JULIA Z - Espetáculo de Teatro-Jornal - Estreia dia 08 de junho na Casa do TO em Londrina
>> quinta-feira, 22 de maio de 2008
O Grupo Oficina de Teatro do Oprimido (OTO), estréia dia 15 de junho de 2008 o espetáculo de Teatro-Jornal, "JULIA Z: Uma história como qualquer história", na Vila Cultural Casa do Teatro do Oprimido - na cidade de Londrina - às 16:00hs com entrada franca.
As nove técnicas que integram este exercício foram preparadas como forma de conscientização durante a ditadura militar na qual vivia o Brasil, em 1971 - ano de sua elaboração. E ainda hoje é amplamente utlizada pelo Grupos de Teatro do Oprimido da cidade de Londrina.
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O Teatro Jornal é uma das técnicas do arsenal do Teatro do Oprimido. consiste na escolha de uma determinada notícia, publicada no meio impresso, que é discutida pelo grupo, procurando deste modo verificar quais os pontos que eventualmente sofreram censura, quais os interesses por detrás da informação ali contida, como as pessoas descreveriam o fato, etc.
As nove técnicas que integram este exercício foram preparadas como forma de conscientização durante a ditadura militar na qual vivia o Brasil, em 1971 - ano de sua elaboração. E ainda hoje é amplamente utlizada pelo Grupos de Teatro do Oprimido da cidade de Londrina.
A partir de uma única nota de Jornal, que narra o assassinato de uma garota de 14 anos na região norte da cidade, (região onde moram os integrantes do Grupo), o grupo procura refletir sobre as causas desta tragédia urbana e de milhares como estas que acontecem todos os dias em todos os lugares do mundo, e que embora sejam anunciadas, são ao mesmo tempo "ignoradas" e naturalizadas pela sociedade.
As fotos são do ensaio.
Além das técnicas do Teatro-Jornal, também estamos utilizando no espetáculo as técnicas do Teatro-Imagem.
"Julia Z: Uma história qualquer, como qualquer história"
14 anos reduzidos em uma nota de jornal... 14 anos de lutas, angústias, tragédias reduzidas a no maximo 7 lionhas em arial 12....e alguem lê?
"estranhem o que se apresenta como natural, pois no normal...há muito que se estranhar"
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